terça-feira, 29 de novembro de 2011

Neuroimagem e Psicologia


A neurociência baseada em estudos recentes de neuroimagem mostrou que a psicoterapia aplicada tem potencial para modificar circuitos neurais. Exames como ressonância magnética funcional podem ajudar psicólogos a diagnosticar as doenças dos seus pacientes.
A psicologia adquiriu um novo caráter com o desenvolvimento dos métodos de neuroimagem que permitem a detecção de lesões estruturais ou alterações funcionais com uma grande precisão espacial.
Sobre os tratamentos em saúde mental, as possibilidades de precisão da neuroimagem são avanços, que possibilitam corretos diagnósticos, possibilitando tratamentos mais eficazes e maior margem de acerto. A neuroimagem possibilita a psicologia identificar distúrbios das funções superiores. As pesquisas em psicologia com apoio da neuroimagem confirmam a importância de técnicas para visualizar estruturas, também na psicologia cognitiva e construção de interfaces entre cérebro e o computador.
Exames de imagem como MRI, TC, PET, fMRI e SPECT, são de muita importância em diagnósticos e tratamentos, com dados das estruturas e a possibilidade de obter informações do funcionamento cerebral.        
É importante comentar as principais diferenças entre TC e RNM com o PET e SPECT.
A Tomografia Computadorizada e a Ressonância Magnética mostram apenas as estruturas anatômicas do cérebro. Como o cérebro é um órgão estático, não se move como o coração ou pulmão, os Raios X tem escasso valor para avaliação da função. O valor dos tomógrafos de PET ou SPECT está relacionado ao estudo das funções cerebrais, das partes ativas ou não-ativas do cérebro. Com esses exames é possível avaliar como as diferentes regiões do cérebro funcionam ao desenvolvermos as mais diversas atividades mentais, como por exemplo, pensar, lembrar, ouvir, ver, falar, etc. 
Os métodos de imagem têm dois papéis fundamentais no diagnóstico de doenças mentais. O primeiro é excluir estudos de doenças que possam gerar os mesmos sintomas de alguns transtornos de saúde mental. O segundo papel, é pesquisar possíveis alterações estruturais ou funcionais como causa primária de transtornos psiquiátricos, através do estudo da morfologia e da fisiologia do encéfalo.

Equipe: Adriana Rosário, Bruna Cecilia, Ezequiel Borges, Geane Sena, Luziane, Maristela Aleluia, Tânia Barros

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Frequência de Acontecimentos na Historia da Psicologia




Classe
       Períodos
      Frequência
               Fri
         FAC
              FAC%
1
1950[-------1960
71
24,23208
71
24,23208
2
1960[-------1970
73
24,91468
144
49,14676
3
1970[-------1980
55
18,77133
199
67,91809
4
1980[-------1990
51
17,40614
250
85,32423
5
1990[-------2000
43
14,67577
293
100
293
100
















Equipe: Adriana Rosário, Bruna Cecilia, Ezequiel Borges, Luziane, Maristela Aleluia, Tânia Barros

terça-feira, 22 de novembro de 2011

RESENHA DOS FILMES

Nós Que Aqui Estamos Por Vós Esperamos
Nós Que Aqui Estamos Por Vós Esperamos - Cartaz
Ficha Técnica:
título original:Nós Que Aqui Estamos Por Vós Esperamos
gênero:Documentário
duração:1 hr 13 min
ano de lançamento: 1998
site oficial:
estúdio: Riofilme
distribuidora:
direção: Marcelo Masagão
roteiro: Marcelo Masagão
produção: Marcelo Masagão
música: Wim Mertens
fotografia: Marco Túlio Guglielmoni
direção de arte:
figurino:
edição: Marcelo Masagão
efeitos especiais:

O homem do século XX, o homem arte (cinema, teatro), a evolução das cidades com a transição dos meios de produção do rural para o industrial, a exploração da força de trabalho, a inconstância do ser e as descobertas cientificas em diversas áreas: Einstein, Freud, Nijinski, Picasso.

A evolução da tecnologia influenciando o automobilismo, a guerra e sua indústria bélica. A necessidade em ser mais rápido e eficiente. Dentro de todo esse contexto, a humanidade. Recebendo seus reflexos, impulsionando a riqueza de pouco, sendo levada pelos sistemas dominadores de outros.
Ingredientes determinantes para o caldeirão de loucuras e produção de egos que exaltavam-se, declarando o poder, o egoísmo, a desumanidade, crueldade de uns, em meio a constante resistência e provação de outros, nessa permanente lua do ser, que se confunde com o ter, em meio a sua verdadeira face de monstro e anjo.
Caminhos desencontrados, caminhos que parecem incertos quando falamos em seres perfeitos. Mas, compreensíveis, quando se fala em seres imperfeitos em transição.
“Não se muda quando se vê a luz, mas quando se sente seu calor”
Por menor que sejam os números, grandes são os únicos transformados, por este século de constantes contradições, entre: guerra x paz; amor x ódio; evolução x atraso; riqueza x pobreza; fé x descrença, e aqui estamos. Tanto nos cemitérios quanto na vida, em grande parte, realmente mortos.
Na vida aqui estamos. Tão bem representados pelos poucos avatares que nos dizem para buscar a felicidade, na essência, nos valores nobres, na busca de si. Mas, então! Aqui estamos e por vos esperamos, aqui, em vida, na morte, por quem, como, e onde esperar?
“Os homens criam as ferramentas, e as ferramentas recriam os homens” – McLuhan.
Segundo Sócrates e Platão, estaria dentro. E dentro, poderia ter sido o caminho real que se realmente tivéssemos trilhado, poderia ter sido nosso século diferente, melhor realmente humano. Pois, o século que estamos e todos os outros que sucederam foram períodos do “externo”. O século dos monstros. O século do ápice da crueldade com seus governantes vampiros, insensíveis, demagogos – embora eles sempre existissem – em qualquer que seja seu regime político, - manipulador de mentes fracas, e em evolução. Pena, que seus lideres não lhes trouxeram nada de bom como exemplo.
Então, entre os raros que tentam viver realmente, e que apesar, das adversidades, lutam contra o regime manipulador, contra as distrações que nos são disfarçadamente impostas e a grande multidão, imensidão de mortos, generalizemos, dizendo:
“Nós aqui estamos e por vós esperamos”
E, para onde tudo finda, depois de toda e qualquer caminhada.

O Nome da Rosa
O Nome da Rosa - Cartaz
Ficha Técnica:
título original:Der Name Der Rosei
gênero:Ficção
duração:2 hr 10 min
ano de lançamento: 1986
site oficial:
estúdio: Cristaldifilm / France 3 Cinéma / Les Films Ariane / Neue Constantin Film / Zweites Deutsches Fernsehen
distribuidora: 20th Century Fox Film Corporation
roteiro: Andrew Birkin, Gérard Brach, Howard Franklin e Alain Godard, baseado em livro de Humberto Eco
produção: Bernd Eichinger
música: James Horner
fotografia: Ronino Delli Colli
direção de arte:
figurino: Gabriella Pescucci
edição: Jane Seitz
efeitos especiais:

O nome da rosa é um filme que trata de uma narrativa policial e se passa em um mosteiro da Itália medieval.           O motivo das investigações seria a morte de sete monges, ao longo de sete dias e noites.
O filme relata uma história ocorrida no ano de 1327-século XIV, em um mosteiro Italiano que continha o maior acervo cristão do mundo. A trama gira em torno de uma misteriosa biblioteca, a qual, poucos monges tinham acesso autorizado por nela conterem muitas relíquias.
  No filme, foi designado para desvendar os tais crimes ocorridos no mosteiro, um monge Franciscano Renascentista, interpretado pelo ator Sean Conery, que com sua postura humanista e racional, consegue desvendar os mistérios escondidos por trás de cada crime cometido. Os mortos eram encontrados com algumas características em comum, tais como, a língua e os dedos roxos e, no decorrer percebemos que todos eles tinham em comum um misterioso livro, o qual continha supostamente páginas envenenadas, trazendo perigo para quem informasse o conteúdo da sua leitura.
  O livro tinha como autor o filósofo Aristóteles, e tratava sobre o riso.  Como diz ao final Jorge de Burgos, o velho bibliotecário, acerca do texto de Aristóteles, “a comédia pode fazer com que as pessoas percam o temor a Deus e, portanto, faz desmoronar todo esse mundo”.
  É importante ressaltar que, ao mesmo tempo em que ocorriam as investigações contra o responsável pelas mortes, o período vivenciado passava por várias transformações, tanto na esfera econômica, social e política, quanto na religiosa. A igreja não permitia que pessoas comuns tivessem o livre acesso ao significado dos seus dogmas, para que os mesmo não questionassem ou fossem contra eles.
  O período Renascentista que se formava naquela época, vinha de encontro com os ideais da igreja, pois, o Renascimento pregava a valorização do homem e da natureza, em oposição ao divino e ao sobrenatural.
  Dessa forma, o monge intelectual renascentista, a partir de um novo método de investigação, utilizou-se da ciência e conseqüentemente da razão para dar solução aos crimes cometidos, óbvio não agradando a todos, pois utilizando a ciência como instrumento de apoio, ia de encontro com os ideais cristãos.
    Em relação à biblioteca misteriosa, entendi que ali continham obras que não estavam devidamente interpretadas no contexto do cristianismo medieval e seu acesso era restrito, porque ali havia um saber estritamente pagão que poderia ameaçar a doutrina cristã. A biblioteca era uma espécie de labirinto, onde quem conseguisse chegar ao seu final estaria morto e a informação restrita a poucos, prova a representação de dominação e poder que a igreja apresentava na época.


Equipe:Adriana Rosário, Bruna Cecilia, Ezequiel Borges, Luziane, Maristela Aleluia, Tânia Barros



terça-feira, 25 de outubro de 2011

Emoções na Psicologia

  As emoções têm sido objeto de estudos, ou pelo menos, ponto importante destes, ao longo da história da humanidade. Por isso, falar das emoções nos remete a inúmeras teorias, bem como às várias definições e classificações que lhes foram dadas.
  Diante dessa diversidade, vejamos as emoções na perspectiva da Psicologia, sob a ótica de Freud, autor e fundador da Psicanálise. Esta teoria propõe a compreensão do homem enquanto sujeito do desejo, sujeito da falta, que vive permanentemente no campo da incompletude.
  O que se quer dizer é que, o homem está sempre em busca de algo. Freud demonstra essa dinâmica através do Estatuto do Desejo, onde há sempre um desejo ou desejos que se fundamentam na falta.
  Voltemos agora às emoções, conceito que Freud amplia para Afetos. Estes estão envolvidos nesse processo do Estatuto do Desejo, posto que são eles que vão impulsionar, ou não, o movimento do ser humano para satisfazer cada desejo, a fim de suprir a falta.
  Desta forma, coloca-se que os afetos podem ser de dois tipos: prazerosos ou desprazerosos. Aos prazerosos a psicanálise se refere como sendo pulsões de vida ou de Eros , estas levam o ser humano ao movimento: “São minhas impossibilidades que me excitam.” (Mª Lourdes Ornellas), entende-se então que, se eu me excito, eu vou investir, o que gera movimento no sentido de alcançar o prazer , neste caso envolve sentimentos como a alegria e a raiva.
  Por conseguinte, os desprazerosos são chamados de pulsões de morte ou de Thanatos , que envolvem sentimentos de medo, angústia e tristeza, resultando muitas vezes na paralisação do indivíduo. Observa-se então a ambivalência do Afeto, a qual Lacan, numa releitura de Freud, demonstra com o silogismo Amódio, que é o que nos move. Onde o amor, não é o romântico, mas é o prazer e o ódio o desprazer. Podemos ainda esclarecer as diferenças entre os conceitos de sentimento e afeto nessa perspectiva, como sendo o primeiro algo mais duradouro, como manifestações finais dos afetos e suas significações, e os afetos ou emoções mais efêmeros.
  Já dizia Freud: “Tudo que nos cerca provoca um desejo de afastamento ou de aproximação, e estes desejos, mesmo que não sejam realizados, constituem a experiência afetiva de cada um.”, sendo assim a emoção é uma experiência afetiva que aparece de maneira brusca e que é desencadeada pelo objeto desse desejo.
  O que a psicanálise propõe então no Estatuto do Desejo e nos conceitos de pulsão, é a importância do afeto na vida cotidiana, posto que são os afetos de cada sujeito que vão estruturá-lo, visto que passamos a vida transando com esses dois afetos: Eros e Thanatos, e vinculando-os às nossas vivências.

Equipe: Adriana Rosario, Bruna Cecilia, Denise Moraes, Ezequiel Borges, Luziane, Maristela Aleluia, Tânia Barros

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Texto Crítico Sobre o Documentário: Estamira

ESTAMIRA
A pessoa Estamira possui um quadro de vida sofrida causados por decepções em sua vida conjugal, nesse período, possuía uma estabilidade relativa com sua casa, filhos, marido, carro, um aspecto físico(da própria Estamira) relativamente aceitável dentro da sociedade, porém devido à instabilidade na convivência amorosa marcada por traições do marido – que com requintes de desrespeito chegava a ocorrências de maus- tratos, violência familiar, finalizando com o total descaso e abandono tanto dela quanto dos filhos.
Essa seria a primeira fase do seu sofrimento – desilusão que foi ainda mais desenvolvida no processo da segunda fase que foi a luta para criar seus filhos trabalhando no lixão. Sua mente ficou ainda mais tendente à loucura que, possivelmente, estaria instalada geneticamente devido ao caso de sua mãe, que possuía um quadro de loucura, a vontade de ajudar sua mãe, mediante o seu pedido e a impossibilidade de fazê-lo trazia também a sua mente um acréscimo de decepções somatizando o seu caso. Quando Estamira foi submetida a violência sexual no episódio do estupro, gerando um trauma ainda maior com o descaso do violentador que diante dos seus pedidos de misericórdia, afirmava a inexistência de Deus para ajudá-la. Provavelmente, esta afirmação contribuiu para o seu ódio ao Trocadilho (Deus) com todas as situações adversas que a vida trouxe em sua vida.
Após esse acontecimento Estamira começa a desenvolver visões, fatos que a ligam a perseguições a sua pessoa, criando histórias imaginárias que para ela, existiam como uma realidade, como um dogma, como uma doutrina, como leis criadas por ela para serem seguidas.
No mundo de Estamira, a visão da humanidade de pessoas que se acham “espertas ao contrário”,ou seja, não espertas pois divergem das idéias que transfiguram a sua moral.
Denomina mulher como “homem par” e homem como “HOMEM ÍMpar”, cria histórias e que para ela, são as explicações para a sua origem, para sua existência, como : as divagações de estar fora do planeta em contato com COMETAS e outros seres bons e maus, segundo seu conceito moral – e que estes seriam evoluídos a ponto de nos teleguiar através de controles remoto e que suas veias são fios sanguíneos que fazem parte desta complexa tecnologia que a guia em suas profundas e exaltadas explanações e conceitos.
No momento destes “devaneios”, em que o seu estado mental transpõe-se a mundos imaginários, seu aspecto físico se transfigura como se ela estivesse realmente numa viagem astral – sendo digamos, teleguiada, e fazendo contatos com outros mundos e seres. Numa dessas fases ela inclusive fala em outras línguas(criada por ela) e sua expressão facial caracteriza-se por êxtase da sua visão.
Quando Estamira faz uso de medicamentos ela põe um pouco seus pés no chão abandonando o mundo virtual, que para nós que somos “lúcidos“ é o real, dando explicações dos seus diagnósticos médicos extremamente exaltada, informando que o REGISTRADOR DE PENSAMENTOS – o exame eletroencefalograma, estaria informando o mesmo diagnóstico e que os médicos os utilizam para dar a mesma conclusão, conceituando-os de COPIADORES – quando mesmo mudando de médico os remédios são sempre os mesmos – DIAZEPAN, por exemplo.
Concluindo, que Estamira seria como ela mesmo diz: lúcida dentro da sua loucura, e em alguns aspectos, a realidade nos cega, porém sendo utilizados com equilíbrio, teriam algum fundamento.
Chegou a um ponto de total descrença em Deus e nas pessoas, descontrole emocional total não medindo formas de falar para quem quer que fosse, proferindo palavras agressivas, formatando uma vida com um mundo próprio criado por ela num lado obscuro, e que apesar de tudo, mantinha a afeição, delicadeza e amor aos seus familiares e, até, a um possível envolvimento amoroso, caracterizando que áreas da sua mente ainda mantinham as necessidades básicas do ser humano lúcido que a sociedade, em sua estrutura organizacional, classifica como normal. Desenvolvia surtos de loucura, na medida em que alguém contrastava com as suas teorias e determinações que por si só demonstravam extrema inteligência, criatividade e numa determinada dose, até, sanidade, como por exemplo, o polêmico tema do livre arbítrio, que para ela não existia, pois seriamos teleguiados por fios, que seriam nossas veias, através de um controle remoto, em que poderíamos imaginar Deus (O Trocadilho) como o controlador, a humanidade em certos momentos quando releva temas espirituais, conduzem o assunto livre-arbitrio como um grande mistério.
Outro item que a assemelha as pessoas “lúcidas”, é fato de desejar a sua liberdade, morando sozinha e tendo a sua casa como um palácio, mantendo este espaço de forma organizada dando o devido valor igualmente ao que todos nós damos com o sonho de obter nossa casa através do seu próprio esforço, também não desejava o internamento – focando aí, a lembrança latente do sofrimento de sua mãe, enfim, todos esses comportamentos se assemelham ao dito estado de lucidez.          
Por outro lado, talvez o medo do confronto com a dura realidade a que estava submetida, somando a sua extrema inteligência e força moral, a fez esconder-se nos recônditos locais obscuros da mente não obtendo resposta consciente, o que a levou para zonas mentais em que a nossa própria ciência ainda não conseguiu explicar e que, tão fácil assim, a diagnosticamos de fora da sanidade, realidade, de loucura. Qual o remédio, antídoto que traga de volta uma mulher que era “normal” e foi a loucura ?    
 Estamira é uma pessoa extremamente inteligente e decepcionada com as coisas de sua vida que em sua fuga, invadiu um espaço desconhecido da sua mente permanecendo perdida sem saber o caminho de volta, e desconexa com a nossa suposta realidade, adentrou-se num ambiente de loucura.

Equipe: Ezequiel Borges, Maristela Aleluia, Tania Barros, Bruna Cecilia e Luziane

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Desenvolvimento Sustentavel: Reduzir, Reciclar e Reutilizar



Podemos dizer que o meio ambiente começou a ser maculado pela necessidade do homem em desenvolver suas tecnologias, estimulado por uma mistura de ganância embasada no crescimento populacional e suas necessidades de sobrevivência e conforto.
 Este processo começou na Revolução Industrial (início do SÉC. XX), a chamada “Era das máquinas” onde a exploração indiscriminada dos recursos naturais gerou degradação do meio ambiente com os seguintes problemas manifestados :
ü      Efeito Estufa (super aquecimento da Terra)
ü      Buraco na Camada de Ozônio
ü      Geração indiscriminada de “Lixo” (Resíduo)
ü      Poluíção das águas (rios, oceanos e mares)
ü      Poluíção do ar
ü      Desmatamento e queimadas das florestas
ü       Destruíção da Fauna (animais X extinção)
ü      E outros.
A sociedade teve ganhos com o desenvolvimento da tecnologias porém os seus prejuízos, as conseqüências deste, ganhou dimensões alarmantes colocando a vida no planeta em risco. Dentre todos os problemas causados o que se encontra mais próximo das atitudes individuais da sociedade, e que também a reflete de maneira mais objetiva, é a geração de resíduos e a destinação inadequada deste, devido ao não gerenciamento em circuito fechado deste passivo. Ou seja, se sujou, limpe e destine este lixo seguindo os 3 R’s conhecidos – Reutilize, Recicle e Reduza.
A coleta seletiva e a reciclagem são um dos exemplos simples de como podemos contribuir para essa questão. É através delas que recuperam-se matérias-primas que de outro modo seriam retiradas da natureza, economizando assim, com essa prática, recursos como a água, energia elétrica e evitando desmatamento de áreas florestais, reduzindo o volume de descarte em aterro sanitário e com isso problemas relacionados a contaminação de rios, solo, proliferação de doenças, além de funcionar como um processo de educação ambiental e também uma fonte de renda para diversas famílias de baixa renda que vivem da atividade de coletar garrafas pet, latas de alumínio ( refrigerantes e cerveja), papelão, vidro entre outros, vendendo para empresas que reutilizam esse material , como por exemplo : uma industria de vinhos que reciclam o vidro reutilizando-o nas novas remessas do produto onde as garrafas são de origem reciclada. Isto gera alívio para a natureza em termos de extração dos recursos naturais, economia para as empresas, fonte de renda para as pessoas mais humildes, material para desenvolver a cultura através do artesanato e recursos para projetos de ONGs ambientais, como o exemplo da ONG criada pelo professor Wellington Magalhães - Projeto Velho Chico.   
A ONG em questão se propõe fazer a coleta seletiva de plástico (garrafa pet) e latas de alumínio (refrigerantes e cerveja) em escolas, condomínios residenciais, empresas privadas e outras instituições objetivando além de gerar emprego, pois é necessário mão de obra para a separação e destinação deste material nos pontos de coleta, angariar recursos destinados à manutenção das atividades do Velho Chico, que tem por meta principal, contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos ribeirinhos e para a bacia hidrográfica do Rio São Francisco com as seguintes ações :    

Ø      Doação de cestas básicas para a população carente da cidade ribeirinha de Bom Jesus da Lapa.
Ø      Entrega de mudas de árvores nativas na cidade de Barra, Santa Maria da Vitória, Ibotirama e Xique-Xique e plantá-las às margens do Rio São Francisco, pelos estudantes locais, recuperando as matas desmatadas no local (principalmente devido a transposição do rio São Francisco), que no futuro contribuirão para a economia local na geração de renda, através da criação de cooperativas que beneficiarão a fruta (sucos, polpas, doces, licores e cocadas). Dentre as árvores, destaca-se o cajueiro, do qual se pode extrair a castanha (fonte de energia renovável), matéria-prima para a geração do biodiesel (Projeto do Governo Federal). 
Ø      Implantar o Projeto de Educação Ambiental (PEA) e Coleta Seletiva nas instituições de ensino, empresas e comunidades. 

A consciência aliada a boa vontade sugerem excelentes ferramentas para o desenvolvimento tecnológico e do futuro da humanidade em comunhão com a natureza e com o nosso planeta, que é afinal, o nosso único lar.

LIXO NÃO EXISTE!
O QUE EXISTE SÃO RESÍDUOS RECICLÁVEIS DEPOSITADOS EM LOCAIS INADEQUADOS.





 Equipe: Ezequiel Borges, Maristela Aleluia, Tânia Barros, Bruna Cecilia e Luziane                    

terça-feira, 30 de agosto de 2011